Tróia...


Hoje não estás
Os braços pendem soltos ao vento,
E o corpo verga-se sob o peso do tempo.
Gostava de te dedicar um poema.
Dirás – doido!
Não sou...
Sou um marinheiro com sonhos e ventos na memória
É isso que sou...

Tu és mágica sabes!

Pareço um puto a escrever bilhetinhos de amor. Mas o amor não tem idade, é velho como o tempo e jovem como o nascer do sol…

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