Hoje não estás
Os braços pendem soltos ao vento,
E o corpo verga-se sob o peso do tempo.
Gostava de te dedicar um poema.
Dirás – doido!
Não sou...
Sou um marinheiro com sonhos e ventos na memória
É isso que sou...
Tu és mágica sabes!
Palavras soltas sobre tudo e sobre nada, escritas ao acaso na areia e levadas pelo vento...
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