Vampira...


É no cansaço da noite que o teu rosto se acende,
que te transformas
Rasgando o sonho no peito,
aparecendo uma nova imagem
sedenta...
Às vezes abro os olhos e tu continuas ali,
sedenta...
Nos mais perversos sentimentos,
alheios, estranhos...
Desbravando emoções.

Sempre me fascinaste, queres o meu sangue?
Vem...

Finjo indiferença, tendo não te olhar...
Mas o teu fascínio é maior,
nunca nos perdemos.
E quando chega a noite
Juro-te eterno amor, depois, largamos tudo
deixamos a alma à deriva,
esperando que a Lua adormeça,
embalada no nosso amor.

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