Não te vou escrever uma carta de amor. Não te vou dizer que te amo ou que te quero, nem te vou dizer que povoas os meus sonhos e os meus desejos.
Não vou escrever que és o meu primeiro pensamento quando acordo nem que é o teu corpo que procuro quando me deito para que nos meus braços adormeças.
Não te vou contar que são as minhas mãos que te acariciam os seios quando a água do duche escorre quente na tua pele.
Não vou escrever as vezes que te espero em silêncio, nem o sorriso que me provocas com as tuas palavras tontas, doces, tão perdidas quanto as minhas.
E aquele brilho no meu olhar quando dizes que me amas?
Não, também não vou escrever sobre isso, porque, simplesmente nunca me disseste. Nem sobre os dedos que percorrem o teu corpo e que imaginas serem os meus.... E que é o toque dos teus lábios que me alimenta a alma o dia inteiro? Nem a ti o confesso!...
Não, minha querida, não te vou escrever uma carta de amor. Não seria capaz de transformar em palavras tudo o que sinto por ti!
Não vou escrever que és o meu primeiro pensamento quando acordo nem que é o teu corpo que procuro quando me deito para que nos meus braços adormeças.
Não te vou contar que são as minhas mãos que te acariciam os seios quando a água do duche escorre quente na tua pele.
Não vou escrever as vezes que te espero em silêncio, nem o sorriso que me provocas com as tuas palavras tontas, doces, tão perdidas quanto as minhas.
E aquele brilho no meu olhar quando dizes que me amas?
Não, também não vou escrever sobre isso, porque, simplesmente nunca me disseste. Nem sobre os dedos que percorrem o teu corpo e que imaginas serem os meus.... E que é o toque dos teus lábios que me alimenta a alma o dia inteiro? Nem a ti o confesso!...
Não, minha querida, não te vou escrever uma carta de amor. Não seria capaz de transformar em palavras tudo o que sinto por ti!

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