
Passaremos então perto das ondas.
Deixaremos que cubram nossos pés.
Deixaremos que nos façam saltar de mansinho pelo frio de Inverno.
Então correremos.
Até ao fundo da praia.
Até ao silêncio das marés.
Até à vertigem de nós.
Então pousaremos.
Na areia seca e molhada dos tempos.
Na espuma dos tempos.
Nas ventanias dos tempos.
Então adormeceremos.
Por fim sós.
Sem comentários:
Enviar um comentário