A escrita...


Num determinado momento penso que a escrita foi a minha grande companheira. Há momentos na vida em que nos questionamos e nos sentimos incompreendidos, prisioneiros de nós mesmos.

Foi num destes momentos que senti que eram as palavras e a sua direcção que mais poderiam acompanhar-me revelando-me mensagens escondidas e que nada ou ninguém me transmitia.

Posso dizer hoje que a minha alma se liberta na medida em que as palavras encontram a sintonia do pensamento.

Assim, tento jogar com as palavras expressando aquilo que sinto ou vivo. Diria que assumo em mim uma consciência alargada e uma percepção do mundo muito mais abrangente, a meditação e os exercícios de reflexão são cada vez mais uma constante em mim.

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