O adeus, sem adeus...


Não sei qual a pior dor, se o adeus explicado, lógico ou se o adeus sem “adeus”, que nos deixa um presságio de suplício... desprezado e mergulhado nas trevas do desconhecimento dos actos, incógnitas suspensas no rosto, desperdiçando razões...

Verdade é que com ou sem justificação, algumas despedidas deveriam ser proscritas da vida, talvez assim, estivéssemos menos incompletos, porque qualquer adeus tem sempre o semblante de um abandono dissimulado.

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